quarta-feira, 4 de abril de 2012

Dyghaun: Hoje sorriem-me a terra e os céus

Dyghaun: Hoje sorriem-me a terra e os céus: Hoje sorriem-me a terra e os céus Gustavo Adolfo Bécquer Hoje sorriem-me a terra e os céus; sinto no fundo da minha alma o sol; eu hoje v...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A esperança é o combustível da vida

Vida sem sabor é uma vida sem perspectivas de quem se cansou de tentar

A esperança corresponde à aspiração de felicidade existente no coração de cada pessoa. Interessante observar que quem perde a esperança mais profunda perde o sentido de sua vida; sem esperança viver não tem sentido. O próprio antônimo dessa palavra é DESESPERO, ou melhor, a perda quase que em estado definitivo da esperança. E este [desespero] é capaz de corroer o coração.

A esperança é a vacina contra o desânimo e contra a possibilidade de invasão do egoísmo, porque apoiados nela nos dedicamos à construção de um mundo melhor. A perda da esperança endurece nossos sentimentos, enfraquece nossos relacionamentos, deixa a vida cinza, faz a vida perder parte do seu sabor. Porém, todos os dias somos atingidos por inúmeras situações que podem nos desesperar.

A esperança é o combustível da vida, a forma de mantê-la viva é não prender os olhos nas tragédias, pois a cada desgraça que contemplamos corremos o risco de perdê-lo [combustível]. Existe na mitologia grega a presença de uma figura interessante: uma ave chamada fênix, que quando morria entrava em autocombustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. A fênix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava.

A impressão causada em outros animais por sua beleza e tristeza chegava a lhes provocar a morte. Nossa vida passa por este processo várias vezes num único dia, ou seja, sair das tragédias para contemplar a beleza que não morreu, a vida que existe ainda, como fazia essa ave mitológica. Alguns historiadores dizem que o que traria a fênix de volta à vida seria somente o seu desejo de continuar viva, depois de completar quinhentos anos elas perdiam o desejo de viver e aí se morressem não mais reviviam. O desejo de continuar a viver era sua paixão pela beleza, que é a vida.

Vida sem sabor é uma vida sem perspectivas; quem cansou de tentar, cansou de lutar e desistiu de tudo, uma vida que apenas espera o seu fim, por pensar que nada que se faça pode mudar coisa alguma. Quem perdeu a capacidade de sonhar, o desejo de felicidade confundiu-se com a utopia. Felizmente não existe motivo para desanimar, lembrando as palavras de São Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5,5). Não falamos aqui de qualquer esperança, mas da autêntica esperança, que não se apóia em ilusões, em falsas promessas, que não segue uma ilusão popular em que tudo se explica.

A esperança verdadeira, vinda de Deus, é uma atitude muito realista, que não tem medo de dar às situações seu verdadeiro nome e tem sempre Deus como fator principal. Não tem medo de rever as próprias posições e mudar o que deve ser mudado.

À medida que perdermos ilusões e incompreensões temos o espaço real no qual pode crescer a esperança, que nada mais é do que a certeza de que tudo pode ser melhor do que o que já vemos. E o desejo de caminhar na direção da vida, atraídos pela sua beleza que no momento pode somente ser sonhada, mas é contemplada pelo coração.

O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo bom, que seja bem melhor do que o que já conhece, já possui ou já experimentou. Deus alimenta nossa vida por meio da esperança!


Pe. Xavier


http://blog.cancaonova.com/padrexavier

Quero ser livre!

Ser livre não é “fazer tudo o que eu quero”
A maior aspiração do ser humano é a felicidade. E isso é consequência natural de termos sido criados à “imagem e semelhança  de Deus" (cf. Gen 1,26), para participar de Sua vida bem-aventurada. O Catecismo da Igreja Católica, no primeiro parágrafo, afirma: "Deus, infinitamente Perfeito e Bem-aventurado em si mesmo, em um desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para fazê-lo participar da sua vida bem-aventurada" (n.1).
Já que o homem foi feito "por Deus" e "para Deus" ele só conseguirá ser feliz “em Deus”. Todos os outros caminhos de felicidade serão frustrantes, e a fome de ser feliz não será saciada plenamente. Santo Agostinho (354-430), um dos maiores pensadores de todos os tempos, depois de buscar a felicidade nos prazeres do mundo, como na retórica, na oratória, no maniqueísmo e em tantas outras estrepolias, somente saciou o seu coração quando encontrou o Evangelho. Logo no início das suas "Confissões", diz: “Nos fizestes para Vós e o nosso coração não descansará enquanto não repousar em Vós”.
E adiante, lamenta ter  demorado  tanto para ter descoberto a verdadeira fonte da felicidade: “Ó Jesus Cristo, amável Senhor, por que, em toda a minha vida amei, por que desejei outra coisa senão Vós?”

Sem Deus não há autêntica liberdade e  felicidade. O Criador não quis para nós uma felicidade pequena, esta que se encontra entre as coisas do mundo: o prazer dos sentidos, o delírio das riquezas ou o fascínio do poder e do prestígio. Não. Isso é muito pouco para nós. Deus quis que a  nossa felicidade fosse muito maior; quis que fosse Ele  próprio. E isso é um grande ato de amor do Pai para conosco. O Pai sempre quer “o melhor”  para o filho. Daí se conclui que a fome de felicidade do homem  é infinita e não pode ser saciada sem Deus Pai, que é infinito. É fome de Deus.
Sem acolher Deus de coração aberto, que se revela pela criação, pela Bíblia, e por Jesus Cristo, que é a perfeita revelação do Pai (cf. Hb 1,2), o homem jamais experimentará a autêntica felicidade. E isso não é uma mera conclusão religiosa, é um fato de vida. Experimente hoje dar a um jovem tudo o que ele quiser: dinheiro à vontade, prazer até não poder mais, “curtição” de toda natureza, e você verá que a sua “fome” de felicidade continuará insaciada. Não fosse isso verdade, não teríamos muitos jovens de famílias ricas, mas delinquentes, envolvidos com as drogas, crimes, entre outros.

As estatísticas mostram que a maior quantidade de suicídios acontece com pessoas da classe alta. Por outro lado, vá a um mosteiro e pergunte a um monge, que abdicou de todos os prazeres do corpo e do espírito, para abraçar somente a Deus, se lhe falta algo para ele ser feliz. A resposta será "não"! Nada lhe falta, pois ele tem Tudo. Tem Deus.

A Igreja, de maneira insistente, nos ensina que: "O aspecto mais sublime da dignidade humana está nesta vocação do homem à comunhão com Deus... Pois se o homem existe, é porque Deus o criou por amor e, por amor, não cessa de dar-lhe o ser, e o homem só vive plenamente, segundo a verdade, se reconhecer livremente este amor e se entregar ao seu Criador" (Gaudium et Spes, 19).

Muitos pensam que abraçar a Deus, e viver uma vida em obediência às Suas leis de amor, significa “perder” a liberdade. Ao contrário, Deus é a verdadeira Liberdade e Verdade. É preciso distinguir entre liberdade e libertinagem, entre ser livre e ser libertino. Liberdade sem compromisso com a verdade e com a responsabilidade se torna libertinagem; e esta jamais poderá gerar a felicidade, já que vai desembocar no pecado. E “o salário do pecado é a morte” (cf. Rom 6,23).

Ser livre não é “fazer tudo o que eu quero”.  Não. Muitas vezes, isso é loucura.  A verdade é o trilho da verdadeira liberdade. Liberdade sem verdade é loucura. Será liberdade assegurar que dois mais dois são cinco? Será liberdade desrespeitar o catálogo do seu aparelho de TV e, em vez de ligá-lo em uma tomada de 110 volts, como manda, você  teimar em ligá-lo em outra de 220 volts? Será liberdade, por exemplo, usar drogas para sentir-se livre, mesmo destruindo a vida? Será liberdade usar o sexo sem o compromisso do casamento, apenas por prazer, mesmo sabendo que ele poderá gerar uma gravidez despreparada, um aborto, um adultério? Não. Tudo isso não é liberdade; é loucura!

A liberdade que gera a felicidade é alicerçada na verdade e na responsabilidade. Fora disso é loucura, libertinagem, irresponsabilidade... pecado, que  vai gerar a dor, o sofrimento e as lágrimas. Não queira experimentá-la. É muito melhor aprender com o erro dos outros. Abra os olhos e tenha coragem de ver!

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6).
Por mais duras que sejam as exigências do "Sermão da Montanha" (humildade total, mansidão, misericórdia, pureza de coração, castidade, jejum, esmola, oração, etc.), é aí que temos o código da liberdade e da felicidade autênticas. O Catecismo da Igreja Católica, no número 1.718, nos garante que: “As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade”.
Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br


É possível viver a ESPIRITUALIDADE no MEIO ACADÊMICO!!!

sala 2 É possível viver a ESPIRITUALIDADE no MEIO ACADÊMICO!!! 

Ter uma vida acadêmica não nos exclui de ter uma vida espiritual e ter uma vida espiritual não nos exclui de ter uma vida acadêmica.
No PodCast “Mais Feliz” desta semana, Emanuel Stênio responde a uma dúvida da internauta Tiana de Jesus Araújo Borba, que pergunta: “Qual a importância de se viver uma espiritualidade em meio à vida acadêmica?”

SIGA o @oserprofeta agora e mantenha-se mais atualizado!
“Existe uma frase de santo Agostinho que foi muito utilizada pelo beato João Paulo II, que diz: “A fé e a razão são duas asas que nos levam para Deus”.
Ter uma vida acadêmica não nos exclui de ter uma vida espiritual e ter uma vida espiritual não nos exclui de ter uma vida acadêmica.
Ao contrário, nós, homens, somos seres fisiológicos, sociológicos, psicológicos e espirituais também, ou seja, precisamos cuidar do nosso corpo com uma boa alimentação e com a prática esportiva, assim como precisamos cuidar da nossa mente, da nossa capacidade de pensar, e aí entram justamente o meio acadêmico, os estudos, a universidade e a profissionalização.
Somos pessoas que temos uma alma e que vivemos a espiritualidade.
espiritualidade É possível viver a ESPIRITUALIDADE no MEIO ACADÊMICO!!!A grande virtude do homem perfeito é ser bom em todos esses ambientes: ou seja, ter um corpo saudável, ter uma mente saudável, isto é, ter capacidade intelectual de estudo e ter uma boa saúde espiritual. É importante você manter a sua espiritualidade sempre firme e fiel a Deus, porque é esta espiritualidade que anima a nossa alma e o nosso coração e que por consequência nos dá disposição para viver melhor o nosso dia a dia.
Meu convite para você é: seja você também um acadêmico da sua fé! Aprenda sobre a fé católica, os princípios da Igreja, aprenda aquilo que você professa, pois é importante nós utilizarmos a razão e o meio acadêmico também para aprendermos sobre a nossa fé. Assim unindo a espiritualidade e a razão nós vamos crescer e ser homens e mulheres cada vez mais felizes”.
 Emanuel
Como você vive a sua espiritualidade na sua Faculdade/Trabalho?
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Dyego Carlétti tem 25 anos, casado, mora em Niterói/RJ e moderador do \O Ser Profeta das Nações. Biólogo (UFF) e Mestre em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas pela Fiocruz.



FRASES SOBRE A NATUREZA

Humberto de Campos
A natureza é sábia e justa. O vento sacode as árvores, move os galhos, para que todas as folhas tenham o seu momento de ver o sol.


Friedrich Nietzsche
Eu também quero a volta à natureza. Mas essa volta não significa ir para tráz, e sim para a frente.


Jean-Jacques Rousseau
A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável.


Joseph Addison
A natureza delicia-se na comida mais simples. Todos os animais, exceto o homem, comem um só prato.


Sêneca
Vive em harmonia com as leis da natureza e nunca serás pobre. Vive em harmonia com as opiniões e nunca serás rico


Francis Bacon
Para dar ordens à natureza é preciso saber obedecer-lhe.


Saint-Pierre
A natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas


John Ruskin
Quando os homens não olham para a natureza, julgam sempre poder melhorá-la.


Ernest Hemingway
De todos os presentes da natureza para a raça humana, o que é mais doce para o homem do que as crianças?


Luc de Clapiers, Marquês de Vauvenargues
A natureza concedeu aos grandes homens a faculdade de fazer e aos outros a de julgar.


Nicolas Chamfort
Hoje em dia, aqueles que amam a natureza são acusados de romanescos.


Zenão de Cítio
A natureza deu-nos duas orelhas e uma só boca para nos advertir de que se impõe mais ouvir do que falar.


Ralph Waldo Emerson
A natureza está constantemente a misturar-se com a arte.


Isaias Raw
Como a natureza sabe, sem diversidade não existe evolução


Tsai Chih Chung
Toda a natureza é uma harmonia divina, sinfonia maravilhosa que convida todas as criaturas a que acompanhem sua evolução e progresso


Carlos Drummond de Andrade
A natureza não faz milagres; faz revelações.


Charles Dickens
A natureza dá a cada época e estação algumas belezas peculiares; e da manhã até a noite, como do berço ao túmulo, nada mais é que um sucessão de mudanças tão gentis e suaves que quase não conseguimos perceber os seus progressos.


Blaise Pascal
A natureza tem perfeições para demonstrar que é a imagem de Deus e imperfeições para provar que só é uma imagem.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012



Conheça-te

Conhecer a relação entre criatura e criador e também conhecer-nos é o melhor caminho para entendermos o que o criador reserva para cada uma de suas criaturas.
Façamos então um mergulho para dentro de nós mesmos. Sondemos nossos corações, nossas atitudes, nossos apegos, nossos pensamentos, etc. Apesar de nossa perene caminhada em direção ao Pai, continuamos a passos lentos, sendo que a cada minuto, Deus nos concede a oportunidade de um avanço mais rápido. Façamos de conta que cada segundo de nossa vida seja uma jóia bruta a ser lapidada. Um diamante, por exemplo. A cada segundo de tempo perdido é uma pedrinha preciosa que atiramos a esmo. Imaginem a fortuna que desprezamos no decorrer de nossa existência! Lapidemos estas pedrinhas, transformando-as em jóias para que possamos refletir nossa Luz.
Depois que alcançarmos esta condição de sermos um pouco de Luz, olhemos para nosso irmão, apenas com a intenção de também iluminá-lo. Deixem de lado os defeitos, os vícios, as fraquezas de nossos irmãos menos favorecidos, neste ou em qualquer outro plano de vida. Percebam também que ele segue a mesma jornada. Um dia, com a permissão de Nosso Pai, estaremos reunidos sob a direção de nosso Mestre e Irmão Maior, Jesus. Só depois de entendermos esta relação conosco mesmo e para com nosso irmão é que poderemos entender o que Deus reserva para nossa vida.
Conhecer Deus depende, portanto, que conheçamos primeiro esta partícula Divina, que brilha dentro de cada um de nós, e confiar que com a união de todos, poderemos tornar uma Luz maior e única, que é a vontade de Nosso Pai, criador do Universo.


Antonio França
07/12/2006
 






 http://www.youtube.com/watch?v=tZMCX9EYRTs&feature=player_embedded#!

Espiritualidade e Consciência 
Texto: Wagner Borges

Espiritualidade é um estado de consciência; não é doutrina, não!
É o que se leva dentro do coração.
É o discernimento em ação!
É o amor em profusão.
É a luz nas idéias e equilíbrio na senda.
É o valor consciencial da alegria na jornada.
É a valorização da vida e de todos os aprendizados.
É mais do que só viver; é sentir a vida que pulsa em todas as coisas.
É respeitar a si mesmo, para respeitar o próximo e a natureza. É ter a plena noção de que nada acaba na morte do corpo, pois a consciência segue além, algures, na eternidade... É saber disso - com certeza -, e não apenas crer nisso. É viver isso - com clareza -, sem fraquejar na senda. É ser um presente, para si mesmo, para os outros e para a própria vida.
Espiritualidade é brilho nos olhos e luz nas mãos. E isso não depende dessa ou daquela doutrina; depende apenas do próprio despertar espiritual; depende do discernimento consciencial se unir aos sentimentos legais, no equilíbrio das próprias energias, nos atos da vida.
Ah, espiritualidade é qualidade perene; não se perde nem se ganha; apenas é!
É valor interno, que descerra o olhar para o infinito... Para além dos sentidos convencionais. É janela espiritual que se abre, dentro de si mesmo, para ver a luz que está em tudo! Espiritualidade é essa maravilha: o encontro consigo mesmo, em paz.
Espiritualidade é ser feliz, mesmo que ninguém entenda por quê.
É quando você se alegra, só pelo fato de estar vivo! É quando o seu chacra do coração se abre igual a uma rosa, e você se sente possuído por um amor que não é condicionado a coisa alguma, mas que ama tudo.
É quando você nem sabe explicar porque ama; só sabe que ama.
Espiritualidade não depende de estar na Terra ou no Espaço; de estar solteiro ou casado; de pertencer a esse ou aquele lugar; ou de crer nisso ou naquilo. É valor de consciência, alcançado por esforço próprio e faz o viver se tornar sadio. Espiritualidade é apenas isso: SER FELIZ! Ou, como ensinavam os sábios celtas de outrora: SER UM PRESENTE!
Paz e Luz.